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segunda-feira, 3 de junho de 2013

Construindo matemática com melhor gestão melhor ensino

Este espaço será destinado a trocar informações sobre  formas do professor de
Matemática pode contribuir, em suas aulas, para a apropriação da leitura e escrita, atividades tão essenciais para o pleno desenvolvimento do aluno e, especificamente, para a apreensão significativa de conceitos e procedimentos matemáticos.
É importante discutir sobre as formas de intervenção e de organização desse
trabalho. Vamos fazer essa discussão, destacando três aspectos de comunicação: o diálogo, a leitura e a escrita nas aulas de Matemática.
Hoje, o conhecimento sobre esse processo continua avançando. "Analisar que representações sobre a escrita o estudante tem é importante para o professor saber como agir”.
Trabalhar com a diversidade de textos em todas as áreas não significa deixar de definir os objetivos e conteúdos específicos do ensino de cada área no ano do ciclo. É  preciso lembrar que os gêneros, por si mesmos, não são conteúdos, e sim ferramentas que possibilitam o acesso ao conhecimento da área a ser estudada. Assim, cabe a cada área definir no planejamento os textos e os suportes que serão trabalhados, bem como os objetivos a serem atingidos em cada momento de leitura.
Para concretizar as ações educativas que envolvem a articulação do ensino da leitura e escrita e as áreas de conhecimento, o professor precisa pensar na organização do trabalho pedagógico de modo que aproveite ao máximo o tempo que passa com os alunos, oferecendo-lhes situações significativas que de fato favoreçam a aprendizagem.
A finalidade do projeto é oferecer à reflexão e discussão  daquilo que cada estudante precisa ter capacidade de realizar, progressivamente, nos diferentes anos  do ensino em relação ao domínio das habilidades de leitura e de escrita para gêneros de texto da esfera escolar e também de divulgação científica, jornalística e literária.

A Matemática constitui um patrimônio cultural da humanidade e um modo de pensar. A sua apropriação é um direito de todos.” (ABRANTES, 1999, p. 34)

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