Páginas

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Plano de aula         

Atividade: Frações

Introdução
Nessa atividade será proposto que o aluno resolva um desafio. No decorrer da interdisciplinaridade do projeto

Objetivo
Ler, interpretar e responder os questionamentos, relacionando a comida típica da Itália, exemplo a pizza com a frações.

Pré-requisitos

- Sistema de numeração.
- conjuntos numéricos.
- Operações básicas.
- Conceitos sobre frações

.
Tempo previsto para a atividade
2 h/aula ( 2 em sala com ilustrações com uma pizza de e.v.a

Na sala de aula
Será exposto uma pizza para começar a contextualizar o significado de numerador e denominador.
É preferível que a atividade seja realizada individualmente ou em duplas.

Material necessário
Será disponibilizada o material concreto para o aluno melhor relacionar.

Durante a atividade
Será pedido para que os alunos leiam o desafio, motivando-os a resolvê-lo através da observação das figuras de valores que é apresentada na atividade.  As dúvidas que forem surgindo o professor auxiliará.


Depois da atividade
Será realizado um debate entre os alunos enfocando as atividades realizadas e outras relacionadas com atividade .

Na sala de Informática
Será levado os alunos, para jogar fracionando.

Recuperação
Refazer alguns exercícios em duplas com novas explicações, com auxilio do PA, alunos monitores.

Avaliação
A avaliação ocorrerá durante a realização das atividades, observando a participação dos alunos oude acordo com as respostas dadas aos questionamentos, verificando se atingiram os objetivos propostos.



Bibliografia

Caderno do Professor e do aluno – SEE, Livros didáticos e Paradidáticos, Jornais e revistas, 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Poesia

A Matemática é um determinante em sua vida

 
Todos nós nascemos como resultado
De um sistema de equações.
Acredite mesmo,
Somos o par ordenado mais perfeito da natureza.
Carregamos características de nossos pais y, e de nossas mães x.
Eram milhões de espermatozóides pré-destinados ao óvulo.
Um espaço amostral quase infinito...
Mas você só está aqui hoje, porque era o melhor matemático de lá.
Pois você venceu uma extraordinária probabilidade.
Vivemos em função do tempo
Que nos é dado.
Existem vários tipos de pessoas,
Aquelas que encontram um grande amor e a ele são fiéis
Pela vida toda, são as "injetoras".
Para cada pessoa, existe uma outra correspondente.
Dizer que não se entende Matemática
É um absurdo, porque você é um exemplo matemático.
Não importa se não consegue resolver um logaritmo,
Importa o quanto você é capaz
De reconhecer conceitos matemáticos ao seu redor.
MA terialize seus sonhos e
TE nha coragem de expor sua
MA neira de encarar a realidade. Ame a
TI mesmo.
CA minhe sem medo de cair.
Aproveite porque o mundo é matemático.


Elaine Rodrigues
Jequié (BA)

sábado, 15 de junho de 2013

Equação do segundo grau com o uso do Winplot

Plano de Aula usando o Winplot  
2. Introdução
Esse plano de aula é sobre Equações do Segundo Grau, dando um foco maior na resolução das equações com a Fórmula de Bhaskara e seus respectivos gráficos.
Sendo uma atividade investigativa, os alunos através da utilização do programa Winplot, vão poder visualizar diferentes tipos de gráficos, chegando a conclusões importantes sobre os coeficientes e o delta das funções.
3. Objetivos
1.       
  1.  
    • Fazer com que os alunos percebam os diferentes tipos de gráficos das funções do segundo grau;
    • Fazer os alunos trabalharem com a parte cognitiva, pois terão que fazer associações, e assim, conclusões sobre o que está sendo mostrado nos gráficos e em suas contas no papel;
    • Aluno entenda melhor os conceitos matemáticos que existem nas resoluções de equações do segundo grau;
    • Ajudar na visualização dos diferentes tipos de gráficos, tanto em consideração ao coeficiente ‘a’, como o coeficiente ‘c’ da equação do segundo grau: f(x) = ax²+bx+c;
    • Ajudar na visualização e compreensão do que ocorre com os gráficos com os três diferentes tipos de D(delta) – negativos, igual a zero ou positivos.
4. Conteúdo abordado
  1. Equação do Segundo Grau
  • Resolução de Equação do Segundo Grau pela Fórmula de Bhaskara;
  • Gráficos das equações;
5.   Justificativa da escolha
Quando aprendi equação do segundo grau, lembro que a maioria dos alunos da minha classe possuía muita dificuldade de entender os conceitos da resolução e também na associação dos gráficos com os resultados obtidos. E uma atividade que envolva uma mídia, neste caso o Winplot, pode ajudar e muito na visualização e assim na compreensão do conteúdo.
6.   Materiais necessários para atividade
  • Giz;
  • Lousa;
  • Papel;
  • Lápis;
  • Borracha;
  • Computador (o programa Winplot deve estar instalado, se não estiver, pode ser baixado gratuitamente no site: );
7.   Conhecimentos necessários
Primeiramente o professor deve introduzir os conceitos básicos de equação do segundo grau, como:
Denomina-se equação do 2º grau na incógnita x, toda equação da forma:
ax² + bx + c = 0; a, b, c pertencentes ao real e a ≠ 0.
Sendo esta a forma reduzida de uma equação do 2º grau na incógnita x. Chamamos a, b e c de coeficientes, sendo o a o coeficiente do x², b o coeficiente do x e c o termo independente.
Exemplos:
  • x2 - 9x + 5 = 0    é um equação do 2º grau com a = 1,  b = -9  e  c = 5;
  • x2 – 2x – 3 = 0    é um equação do 2º grau com a = 1,  b = -2  e  c = -3;
  • 3x² +5x+10=0   é um equação do 2º grau com a = 3,  b = 5  e  c = 10;
  • 7x2 – x = 0         é um equação do 2º grau com a = 7,  b = -1  e  c = 0;
  • x² – 36 = 0         é um equação do 2º grau com a = 1,  b = 0 e c = -36;
Resolver uma equação do 2º grau significa determinar suas raízes. E o conjunto formado pelas raízes de uma equação denomina-se o conjunto solução.
O método de calcular as raízes pode ser pela Fórmula de Bhaskara.
Lembrando que o professor deve avisar os alunos que no caso das equações incompletas (b=0 ou c=0) possui métodos mais fáceis para encontrar as raízes. Com c=0, por exemplo pode ser por fatoração em relação a x.
O professor deve ensinar a construir os gráficos das diferentes equações.
OBS: É importante que o professor não comente a relação do coeficiente c com o gráfico e nem sobre o que acontece com o gráfico quando:
* a<0 ou a>0;
* D<0, D=0 ou D>0.
8.   Desenvolvimento
Na aula seguinte, pode ser aplicada a atividade que envolve o programa Winplot, com duração de 3h/aula, para o 9º ano do Ensino Fundamental.
A atividade pode ser desenvolvida individualmente, em dupla ou até mesmo em grupo, dependendo da intenção do professor e/ou da quantidade de computadores disponíveis para tal atividade. Se na classe possuir aluno com algum tipo de problema mental ou físico (que atrapalhe no desenvolvimento da atividade) é mais interessante que este faça junto com um colega de classe, para melhor aproveitamento.
Esse projeto deve ser dividido em duas etapas: a primeira com duração de uma aula e a segunda com duração de duas aulas.
Na primeira etapa pode ser realizada ainda na sala de aula, onde o professor vai passar as seis equações do segundo grau, três com o coeficiente a positivo e três com o coeficiente a negativo, e entre elas, equações com D negativo, igual a zero e positivo, e fazer com que seus alunos as resolvam através da Fórmula de Bhaskara. Lembrando que o professor pode escolher se sua atividade vai ser trabalhada individualmente, em dupla ou grupo, já que nessa etapa não depende de disponibilidade de computadores.
Um exemplo de seis equações que pode ser trabalhada nessa atividade:
  1. f(x) = x²-5x+1    (a>0 e D>0);
  2. f(x) = x²+3x+6   (a>0 e D<0);
  3. f(x) = x²+4x+4   (a>0 e D=0);
  4. f(x) = -x²+2x      (a<0 e D>0);
  5. f(x) = -x²-4x-4    (a<0 e D=0);
  6. f(x) = -x²+x-5     (a<0 e D<0);
Já a segunda etapa, com os exercícios resolvidos, os alunos deverão ir até a sala de computadores, e plotar todos as equações no programa Winplot. O professor nessa aula tem a função de auxiliar os alunos a mexer com o programa e fazer com que eles enxerguem o que está acontecendo com os gráficos, sem dar as respostas de suas perguntas.
Os alunos já divididos como o professor preferir, devem seguir as seguintes instruções: Iniciar – Todos os Programas – Winplot. Para abrir o plano cartesiano: Janela – 2-dim.
Para a construção dos gráficos, ir em: Equação – 1.Explícita – Digitar a equação do modo que o programa entenda, exemplo: na função f(x) = x²-5x+1, o correto seria digitar x^2-5x+1 no espaço em branco na frente de f(x)= , pode escolher uma cor de gráfico como preferir e depois apertar OK.
Nessa aula, a pergunta seria as seguintes:
a)      O que você percebeu de diferente nos gráficos em relação ao coeficiente a?
b)      O que você concluiu sobre o coeficiente c, depois de plotar os gráficos?
c)      Você pode tirar alguma conclusão sobre os três diferentes tipos de D (negativo, igual a zero e positivo)? Se sim, quais são essas conclusões?
OBS: Para ser mais fácil a visualização das equações com seus respectivos gráficos, o professor pode informar aos alunos para fazerem os seguintes passos: Equação –Ocultar/ Mostrar tudo – Equações, assim todas as equações vão ficar no canto superior esquerdo da tela, cada uma com a cor do seu gráfico, ajudando no processo da investigação.
9.   Avaliação
Uma forma interessante de avaliação seria dividir por etapa, ou seja, como foi explicado anteriormente, primeiramente os alunos deverão resolver seis equações do segundo grau, e a resolução pode ser entregue ao professor que corrigirá e pode trazer na próxima aula. Cada equação certa pode valer 1,0 ponto, totalizando 6,0 pontos a primeira etapa. O professor entregando as resoluções deverá passar as respostas certas para todos os alunos, assim terão todos a mesma chance de fazer a atividade investigativa, a qual mais interessa no momento.
Na segunda etapa, a pontuação pode ser divida da seguinte forma: a letra a) valendo 1,0 ponto, a letra b) também 1,0 ponto e a letra c) 2,0 pontos, já que nessa a dificuldade aumenta um pouco. Assim, totaliza 4,0 pontos a segunda etapa. Ou seja, a pontuação da 1ª etapa com a 2ª forma uma avaliação de 10,0 pontos.
As pontuações foram divididas desse modo, pois na maioria das vezes os alunos não estão acostumados com atividades investigativas, então, podemos colocar uma quantidade de pontos a mais na parte em que eles já estão mais familiarizados, assim, não prejudica a nota dos alunos e a atividade só tem a acrescentar em seu entendimento e ajudar no processo ensino-aprendizagem.
OBS: Se na classe possuir algum aluno com algum tipo de deficiência seria interessante que o professor colocasse esse aluno para fazer a atividade com algum colega de classe.
10. Exercícios extras
a)      f(x) = 3x²-x+1         (a>0 e D<0);
b)      f(x) = 5x² + 5x        (a>0 e D>0);
c)      f(x) = 6x²+2x-6      (a>0 e D>0);
d)      f(x) = 5x²+5x+5      (a>0 e D<0);
e)      f(x) = 4x²                     (a>0 e D=0);
f)        f(x) = -3x²+2x+9     (a<0 e D>0);
g)      f(x) = -x²-x-1              (a<0 e D<0);
h)      f(x) = -x²+9x              (a<0 e D>0);
i)        f(x) = -3x²-6x-9        (a<0 e D<0);
j)        f(x) = -9x²                   (a<0 e D=0).
11. Outras idéias
Podem ser trabalhadas com muitos conceitos diferentes usando o Winplot.
Mesmo dentro de equação do segundo grau, ainda pode aplicar diferentes tipos de atividades, como por exemplo, “determine o valor de p, para que a equação
x² – (p – 1) x + p – 2 = 0 possua raízes iguais
” ou “para quais valores de k a equação
x² – 2x + k- 2 = 0 admite raízes reais e desiguais?
“, dificultando um pouco as contas.
Assuntos interessantes para serem trabalhados no Ensino Médio seriam:
  • Trigonometria;
  • Resolução de Inequações (usaria o Winplot para a visualização do sinal, ajudando na construção do “varal”, vendo onde a equação é positiva e onde é negativa e quais são as raízes);
  • Funções (podendo trabalhar conceitos de imagem, domínio, funções injetivas, subjetivas e bijetivas).
O importante é despertar o interesse dos alunos em entender os conceitos, ajudando-os na visualização dos conteúdos de Matemática, que em sua maioria são tão abstratos para os alunos, e assim na compreensão do assunto. E trabalhar com diferentes mídias é uma forma muito interessante se fazer isso.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Um pouco de poesia!

Aula De Matemática
Pra que dividir sem raciocinar
Na vida é sempre bom multiplicar
E por A mais B
Eu quero demonstrar
Que gosto imensamente de você

Por uma fração infinitesimal,
Você criou um caso de cálculo integral
E para resolver este problema
Eu tenho um teorema banal

Quando dois meios se encontram desaparece a fração
E se achamos a unidade
Está resolvida a questão

Pra finalizar, vamos recordar
Que menos por menos dá mais amor
Se vão as paralelas
Ao infinito se encontrar
Por que demoram tanto os corações a se integrar?
Se infinitamente, incomensuravelmente,
Eu estou perdidamente apaixonado por você
Tom Jobim
Lendo os depoimentos de todos, apesar de tarde, vou postar a minha experiência com a leitura: Infelizmente não tenho muitas recordações com a leitura e escrita na minha infncia, venho de uma família pobre onde os livros ficavam em segundo plano, meus pais tem pouca instrução e achavam que a escola era importante para tirar nota altas, tinha que ser o melhor aluno da classe. Não tive incentivo a leitura, e não me lembro de nenhum professor  que me fizesse algo para despertar meu interesse, logo no final do Ensino Fundamental precisei deixar os estudos para trabalhar e ajudar na renda familiar. Voltei ao estudo no curso de EJA, onde senti o desejo de cursar a faculdade de Matemática e pude perceber a importância da leitura e escrita na vida do ser humano e quando na minha disciplina de matemática o que mais dificultava a aprendizagem dos alunos era a leitura e interpretação de problemas e enunciados de exercícios, a partir daí o meu olhar para a leitura passou a ser diferente, e a partir do ano de 2012 quando assumi o trabalho na sala de leitura através da necessidade dos alunos me senti muito motivada a ler, hoje desenvolvo projetos dentro da escola de leitura e escrita com os alunos, mesmo com muita dificuldade e limitações na minha escrita,  tenho convicção que para melhorar , somente com muita leitura e escrita, e a parceria com os alunos está me ajudando muito.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

 Minhas experiências com  a leitura iniciaram desde cedo no Ensino Fundamental, recordo-me da minha professora de Português, chamada carinhosamente pelos  seus alunos   de  Nairzinha, que incentivava muito a leitura de livros infanto juvenis, em seguida os alunos precisavam encenar a história lida para toda a escola, a arte de interpretar fazia os alunos pegar gosto pela leitura  e cada vez líamos mais.As oportunidades que tínhamos de representar as histórias e adaptá-las ao teatro desenvolvia nos alunos a leitura, produção, oralidade, desenvoltura, espírito crítico e trabalho em grupo. Gostava tanto de participar que desenvolvi o hábito de leitura e gosto até hoje e meus livros preferidos são os paraditáticos de matemática que utilizo para preparar apostilas para trabalhar na capacitação de professores do ciclo I, Içami Tiba e Paulo Coelho.



terça-feira, 4 de junho de 2013

Depoimento sobre minha experiência leitora

Infelizmente não tenho recordações com a leitura e escrita na minha infância, pois meus pais tiveram estudo até o antigo primário, para falar a verdade nem chegaram a  terminar.
Quando entrei  na escola o meu primeiro contato com a leitura foi à cartilha "Caminho Suave", em seguida os livros didáticos.
Em casa sempre fui cobrada e incentivada a frequentar as aulas e estudar.
Na quarta série lembro-me da professora lendo as histórias para nós,  ela fazia todo um suspense antes de nos apresentar os livros e sonhávamos com o que iríamos ler. Era tudo tão mágico.
No ensino médio  (colegial ), tínhamos que ler o livro e fazer a resenha  em  Língua  Portuguesa, livro indicado pela minha professora. Que saudades!  
Na sala de aula tinha que fazer a exposição oral do resumo  do livro para a classe, pois na época eram cobradas nas avaliações.
Dentre esses livros estão: O Mágico de Oz, A Moreninha, Memórias de um Sargento de  Milícias, A Ilha Perdida, Helena, etc..
Na minha adolescência. eu me interessava mais por leitura de livros de aventura e romance, cultura popular, revistas próprias para adolescentes e, revistas científicas como a superinteressante, da Editora Abril e Globo Ciência.
Na minha profissão pude perceber a importância e o significado da leitura e escrita na vida do ser humano e quando descobri que na minha disciplina de matemática  o que dificultava a aprendizagem dos alunos, era a leitura e interpretação dos problemas e enunciados dos exercícios, a partir deste diagnóstico o meu olhar para leitura escrita, passou a ser diferente, comecei também a perceber que a leitura e escrita era importante e necessária na minha vida.

Uma charge para descontrair!


Apresentação

SANDRA REGINA DUARTE


      Sou professora da rede estadual de São Paulo, leciono na escola E.E.Profª Maria Santana de Almeida, em Sete Barras.

Atualmente leciono além da disciplina de matemática, química e ciências.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Depoimento sobre minhas primeiras atividades leitoras e escritoras

A maior lembrança de um livro que li foi o da “Brisa e a Flor” que ganhei de minha primeira 
professora, foi algo tão marcante em minha vida que todos os dias queria reler!
A leitura nos leva a lugares distantes, ou nos faz olhar com mais detalhes o que está perto. 
Quando criança gostava muito de ler gibis. Tive a sorte de ter professores ótimos que 
incentivavam as leituras. Li vários livros na escola, como por exemplo, Cazuza, Triste Fim 
de Policarpo Quaresma, entre outros, onde tínhamos de fazer ficha de leitura, na ocasião
 lia por obrigação, com o passar do tempo fui criando o hábito e prazer.
Hoje gosto muito de ler e procuro leituras informativas e as que fortalecem minha fé em Deus.
Tento hoje passar aos meus alunos a importância da leitura, pois através dela a 
 interpretação, em diferentes contextos, melhora muito.

Grandes matemáticos da história.


Apresentação

REGINA APARECIDA DE SOUSA AJONAS (Cursista)
 Melhor Gestão melhor ensino- Turma 338- grupo5
Sete Barras-SP


Sou professora da Escola Estadual Profª Maria Santana de Almeida, em Sete Barras, SP. Gosto muito de ministrar aulas de matemática e acima de tudo tenho um ótimo convívio com alunos e colegas de trabalho, tenho certeza que isso torna o ensino muito mais prazeroso.

Construindo matemática com melhor gestão melhor ensino

Este espaço será destinado a trocar informações sobre  formas do professor de
Matemática pode contribuir, em suas aulas, para a apropriação da leitura e escrita, atividades tão essenciais para o pleno desenvolvimento do aluno e, especificamente, para a apreensão significativa de conceitos e procedimentos matemáticos.
É importante discutir sobre as formas de intervenção e de organização desse
trabalho. Vamos fazer essa discussão, destacando três aspectos de comunicação: o diálogo, a leitura e a escrita nas aulas de Matemática.
Hoje, o conhecimento sobre esse processo continua avançando. "Analisar que representações sobre a escrita o estudante tem é importante para o professor saber como agir”.
Trabalhar com a diversidade de textos em todas as áreas não significa deixar de definir os objetivos e conteúdos específicos do ensino de cada área no ano do ciclo. É  preciso lembrar que os gêneros, por si mesmos, não são conteúdos, e sim ferramentas que possibilitam o acesso ao conhecimento da área a ser estudada. Assim, cabe a cada área definir no planejamento os textos e os suportes que serão trabalhados, bem como os objetivos a serem atingidos em cada momento de leitura.
Para concretizar as ações educativas que envolvem a articulação do ensino da leitura e escrita e as áreas de conhecimento, o professor precisa pensar na organização do trabalho pedagógico de modo que aproveite ao máximo o tempo que passa com os alunos, oferecendo-lhes situações significativas que de fato favoreçam a aprendizagem.
A finalidade do projeto é oferecer à reflexão e discussão  daquilo que cada estudante precisa ter capacidade de realizar, progressivamente, nos diferentes anos  do ensino em relação ao domínio das habilidades de leitura e de escrita para gêneros de texto da esfera escolar e também de divulgação científica, jornalística e literária.

A Matemática constitui um patrimônio cultural da humanidade e um modo de pensar. A sua apropriação é um direito de todos.” (ABRANTES, 1999, p. 34)